Capitulo 5 - Ok, isso era muito, muito... estou em choque?
– Quer?
– Hmmm, o que é?
– Comida especial pra zumbis. – ele piscou e vi o Sr. Brandon engasgando e a professora e Alice olhando ferozmente para Emmett.
– Emmett! – Sr. Brandon o olhou sério e ele bufou.
– Eu só estou brincando. Credo! – volto-se para mim. – É só uma bebida de quando moramos na Alemanha, tem um gosto e aparência estranhas, mas é bom. Quer? – olhei para a bebida e neguei. Ele riu.
– Sim, eu nem ofereci. – Sra. Brandon forçou um sorriso. – Aceita Renée? – por algum motivo eu desejei que minha mãe não aceitasse.
– Não, eu tenho o estomago delicado. – fez uma careta e suspirei aliviada.
– Eu aceito. – Phil sorriu e colocaram em um copo para ele, que sorriu e tomou um longo gole. – Hmmm, é bom. Tem uns pedaços. – passou a língua nos dentes, e sorriu para os outros.
Ok, estranho.
Depois disso o jantar transcorreu normal, e quando estávamos indo embora eu estava quase dando graças a Deus. Algo nos Brandon me deixava nervosa. Exceto Emmett, mas os outros, principalmente Alice, havia algo errado com ela.
Phil estacionou em frente de casa, e corri para cima, gostaria de ver Edward. Duvidava que ele estivesse na sua janela esperando por mim, mas eu gostaria de vê-lo mesmo assim. Acendi a luz ao entrar no quarto e olhei para a janela. Não havia sinal dele e tristemente comecei a me livrar das minhas roupas. Tirei a blusa e estava desabotoando a calça quando ouvi um barulho.
Olhei em volta e não havia ninguém, rolei os olhos e continuei a empurrar a calça para baixo quando ouvi o barulho de novo. Olhei pela janela e meus olhos se arregalaram ao ver Edward na arvore ao lado da minha janela.
– Oi. – ele sussurrou acenando e sorri.
– Oi. – sussurrei de volta e ficamos nos encarando até ele olhar para meu quarto.
– Eu posso entrar?
– No meu quarto? – ele riu.
– Sim eu posso? – pensei por um momento. Eu realmente queria ver ele, e ele estava aqui.
– Pode. – ele sorriu abertamente e na noite escura seu branco sorriso parecia ameaçador e seus dentes afiados.
Me afastei da janela, e ele saltou ficando na beirada e pulou para dentro, engoli em seco um pouco nervosa por ter um menino no meu quarto. Eu nunca havia deixado um menino entrar em meu quarto.
– Oi. – murmurei baixinho e ele sorriu.
– Oi. – olhei para a porta que estava semi aberta, e corri a fechá-la e trancar. Quando me voltei Edward vinha em minha direção e seus olhos estavam fixos em meus seios. Lembrei que estava sem a blusa e me apressei em cobrir.
– Com vergonha? – dei alguns passos para trás e senti as portas contra minhas costas.
– Er... hmmm, um pouco. – ele sorriu e ficou muito perto, suas mãos em cada lado do meu rosto, me prendendo ali.
– Por que vampirinha? Tem medo que eu te morda? – engasguei e meu coração batia muito rápido.
– Eu... hmmm, eu não sei. – ele aproximou seu rosto do meu e seu hálito frio bateu em meu rosto. Arfei minhas mãos caíram dos meus seios, ele olhou para baixo e lambeu os lábios.
– Não se preocupe Isabella, se eu morder, você vai gostar. – sussurrou e esfregou seus lábios contra os meus.
Foi leve, foi delicado, foi doce. E por algum motivo, que eu nunca saberia explicar, considerando que eu sou uma virgem, eu não esperava o que ocorreu a seguir, e acredito que nem Edward.
Já que eu praticamente o ataquei. Meus braços rodearam seu pescoço, e meus lábios se esmagaram contra os dele, ele ficou rígido por dois segundos e em seguida estava me beijando ferozmente. Sua boca devorando a minha, e a língua invadindo minha boca com urgência. Era insano, era selvagem, mas inferno era bom.
Suas mãos passearam pelo meu corpo, roçando as laterais dos meus seios, o que só me fez gemer, ele rosnou e me beijou mais forte. Suas mãos grande vieram para meu quadril e em seguida minha bunda, ele a agarrou a apertando com força e me ergueu, enrosquei as pernas em volta dele, e o senti me afastar da porta, em seguida eu estava sendo jogada na cama, e Edward tirou a camisa vindo deitar sobre mim.
Eu gemi alto ao ver seu peito maravilhoso nu, e passei a mão por sua pele fria e perfeita, ele rosnou e atacou minha boca de novo, seu beijo selvagem me fez ficar úmida e quente por ele, e eu o queria com tanta intensidade, que chegava a assustar. Quando ele afastou a boca da minha e a desceu por meu pescoço e beijou meus seios sobre o sutiã, em seguida mordeu o meio do sutiã que rasgou, meus seios ficaram livres e corei. Meu peito, pescoço e rosto estavam em chamas.
– Deus Isabella. – ele suspirou e passou a ponta do dedo por meu seio, suspirei e esfreguei as pernas juntas, ele sorriu e abaixou a cabeça dando um beijo no meu mamilo.
Meu corpo inteiro queimou e não queria mais nada do que agarrar sua cabeça e obrigá-lo a chupar meus seios, mas não devia ser assim, estava muito, rápido.
– Pare... – sussurrei e ele se afastou me encarando.
– O que?
– Eu... eu não posso. – ele franziu as sobrancelhas.
– Você deixou um namorado para trás? – ele parecia com raiva quando disse essas palavras, mas quando eu neguei sua expressão suavizou.
– Não, não. Mas bem... – minha cara deve ter ficado muito vermelha, e ele arqueou sua sobrancelha.
– O que?
– Sou... bem eu nunca fiz. – um sorriso lento e preguiçoso se espalhou por seu rosto e fiquei mais vermelha ainda. Ele esfregou o dedo indicador no bico do meu peito e arfei.
– Hmmm, eu não me importo de ser o primeiro.
– Edward, por favor. – ele suspirou e se abaixou até meu rosto estar muito próximo do meu.
– Eu sou um cara paciente vampirinha. – ele beijou levemente meus lábios e em seguida desceu a cabeça e beijou meus seios um beijo casto em cada um. – Tchau seios lindos. – eu ri e ele sorriu pra mim e me beijou novamente.
O abracei beijando sua boca, sua língua enroscando na minha, mas dessa vez foi lento e calmo, e muito gostoso também. Quando eu estava sem fôlego ele sorriu e afastou a boca da minha e foi até meu pescoço, e beijou, seus dentes arranhando em minha pele me fez gemer.
– Hmmm, eu a quero marcar como minha.
– Eu sou sua. – sussurrei molemente e ele riu e afastou a boca de meu pescoço.
– Você é? – seus olhos me encaravam com aquela intensidade desconcertante e sorri.
– Eu acho que sim.
– Bom. – ele ronronou e me beijou novamente.
Edward ficou comigo até eu adormecer, me dando beijos e fazendo caricias, para evitar mais avanços eu vesti sua camiseta, e ficamos abraçados em minha cama. Até sua presença, parecer somente um sonho distante.
[...]
Abri os olhos na manhã seguinte e olhei para o lado, estava sozinha em minha cama, os lençóis frios como se eu estivesse sozinha, mas as lembranças de ontem eram tão vividas, e perfeitas, e com certeza poderiam ser um sonho. Mas eu ainda usava sua camisa.
Sorri pra isso e me abracei rindo como uma idiota.
Me levantei e tomei um banho levei a roupa para o banheiro, vesti uma calça jeans justa e a camisa de Edward, amarrei na cintura deixando um pouco de barriga aparecendo e coloquei uma jaqueta curta jeans preta. Amarrei o cabelo em um rabo de cavalo, e calcei os tênis e desci. Mamãe tomava o café e sorri para ela, Phil pelo jeito já havia saído.
– Bom dia mãe.
– Olá querida, dormiu bem?
– Claro. – tomei o café, e comi um pedaço de bolo enquanto falávamos sobre os Brandon. Mamãe também os achou estranho.
– Então, carona hoje? Ou vai com o vizinho?
– Hmmm eu não sei. Nós não combinamos nada. – mal terminei de falar, ouvi uma buzina e levantei olhando pela janela.
Borboletas tamborilavam loucamente em meu estomago, lá estava ele encostando no carro, esperando por mim. Dei um beijo em minha mãe me despedindo e corri para fora, assim que sai Edward olhou minha camiseta, ou sua camiseta e arqueou a sobrancelha.
– Camiseta legal. – corei rindo.
– Bem, eu disse que viria com a camiseta do time dos vampiros. – ele me puxou para seus braços os rodeando e agarrou minha bunda.
– Hmmm, essa camiseta ai, é mais para time do Edward.
– É pode ser. – ele sorriu abertamente e se aproximou escovando os lábios nos meus. Gemi contra sua boca abraçando seu pescoço.
– Você dormiu bem vampirinha?
– Muito bem. E você?
– Não faz ideia. – ele deu outro sorriso secreto e depois de um beijo rápido e soltou e abriu a porta do carro. – Pronta pra aula?
– Claro.
[...]
Fizemos o mesmo caminho de ontem, pegando Tânia e Jasper e em seguida fomos à escola. Entramos e fomos direto para a sala. A aula correu normalmente, Edward me mandava àqueles sorrisos matador, e eu corava o tempo todo. Ele me deixou na minha sala de matemática, combinamos nos ver no refeitório. Sentei ao lado de Emmett que estava meio calado.
– Oi Emmett. – ele forçou um sorriso e franzi o cenho. – Está tudo bem? – ele assentiu e olhei em volta até ver o que havia feito o pobre rapaz ficar tão estranho.
Na mesa ao lado, da nossa Rosalie estava inclinada em nossa direção, ou melhor, a bunda dela estava. E ela usava uma calça jeans muito justa e apertada. Olhei para Emmett de novo e ele parecia com dificuldade para se concentrar.
Tentei não rir e com minha caneta cutuquei ela, Rosalie quase virou pronta pra matar um, mas quando me viu sorriu e se apoiou na nossa mesa os peitos em um super decote quase na nossa cara, com certeza uma visão privilegiada para Emmett.
– Bella, como está?
– Oi Rosie. – Emmett me deu um olhar irritado e sorri para ele. – Você conhece a Rosalie, Emmett?
– Hmmm, sim... sim. De onde você conhece ela?
– Aula de educação física, ela me salvou de ser assassinada pelas bolas de vôlei. – nós duas rimos e ele assentiu, dando uma rápida olhada nos peitos de Rosie e virando a cara apressadamente. Rolei os olhos e dei um empurrão nela.
– Para de torturar o pobre garoto. – sussurrei e ela suspirou.
– Ok, vou me sentar. – ela riu e foi para seu lugar, me voltei para Emmett que respirou aliviado e acabei rindo.
– Qual a graça vampirinha?
– Você quase enfartando com Rosie. – ele arqueou uma sobrancelha.
– É Rosie agora? – ri nem percebendo que havia dado um apelido para ela, e como ela não reclamou, é por que gostou.
– É nós somos amigas.
– Entendi. Você tem umas amizades muito bizarras vampirinha.
– Nem me fala, um dos meus amigos acha que é um zumbi. – ele sorriu.
Paramos de conversar quando a professora deu inicio a aula. O resto das aulas passou rapidamente, e quando era hora do almoço, Emmett se despediu de mim, para ir se juntar a irmã. Rosalie me deu um aceno enquanto ia para a mesa dos “lobos”, e já ia pra fila pegar meu lanche quando meu vampiro chegou.
– Olá.
– Oi.
– Então o que vai querer hoje?
– Oh está perguntando? – ele riu me abraçando pelos ombros.
– Eu fiquei sabendo que as garotas gostam disso. – rimos e comecei a colocar na bandeja o que eu queria. E ele não me deixou pagar. Caminhamos através do refeitório, e ele se dirigia a mesa que estava Jasper e alguns outros garotos.
– Se importa de sentar com meus amigos hoje? – ele me olhou parando um pouco e sorri.
– Sem problemas, hmmm a não ser que quer ficar com seus amigos. Eu posso ir sentar em outro lugar.
– Não seja absurda, eu quero que sente comigo.
– Ok. – chegamos a mesa dele e ele cumprimentou os rapazes, havia umas três meninas, entre elas Tânia.
– Pessoal, essa é Bella Swan.
– Oi. – acenei e eles sorriram pra mim, menos as meninas.
– Olá Bellinha. – Jasper acenou alegremente e sorri de volta.
Edward se sentou e vi que sua cadeira era a única, esperava que alguém fosse se levantar, mas ninguém se moveu, todos olhavam para Edward como se ele tivesse que mandar eles saírem.
– Hmmm... Edward? – ele me olhou sorrindo e deu um tapinha em sua coxa. Corei vermelho brilhante. – Eu não acho... – ele não me deixou terminar e me agarrou pela cintura e me sentou em seu colo.
– Coma. – empurrou a bandeja na minha frente e notei que ninguém estava comendo. Forcei um sorriso e comi um pedaço do meu sanduiche.
Todos voltaram a conversar normalmente e tentei me focar no meu lanche e não nos amigos estranhos de Edward. Mordi meu lanche e engasguei quando Edward apertou de leve minha coxa, olhei pra ele que sorriu e beijou meu pescoço, vi todos nos encarando em choque.
– Edward. – arfei e ele se afastou pra me olhar.
– Sim?
– O que está fazendo? – ele sorriu brilhantemente.
– Beijando minha garota.
Ok, isso era muito, muito... estou em choque?
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